***Matéria exibida no Fantástico do dia 10/02/2008
Surdos decifram conversa de julgadores nos desfiles das escolas de samba
Dois grupos de dez julgadores foram filmados durante a apresentação de segunda-feira (04) no Sambódromo. Jovens surdos decifraram a conversa. Veja o vídeo abaixo.
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM788206-7823-SURDOS+DECIFRAM+CONVERSA+DE+JULGADORES+NOS+DESFILES+DAS+ESCOLAS+DE+SAMBA,00.html
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Criança morre carbonizada em Copacabana
MARCELO NEGREIROS
Polícia vai abrir inquérito para apurar causas da tragédia
Segundo um morador do prédio, todos os moradores ficaram assustados com o incêndio e foram para a rua, quando os bombeiros chegaram.
De acordo com ele, a mãe da criança chegou logo após os bombeiros controlarem as chamas. Como não viu a criança na rua com os avós e os outros moradores, subiu para procurá-lo.
— Houve muito desespero quando o corpo foi encontrado totalmente carbonizado — lembra o morador que preferiu não se identificar. O taxista e morador de um prédio em frente, Rui Alberto Nogueira, de 56 anos, viu quando o fogo começou e chamou logo a polícia e os bombeiros.
Outra moradora de um prédio vizinho contou que ouviu gritos de uma criança. — Ela gritava muito, e eram gritos de socorro. Fiquei apavorada ao ver as chamas — disse a doméstica Maria José da Costa Neves, de 68 anos.
(11/02/2008)
Chamas começaram às 2h45 no quarto em que o menino de nove anos estava
O corpo do men
ino Mateus Guimarães Santana, de nove anos, foi sepultado na tarde de ontem, no cemitério São Francisco Xavier, no Caju, ao lado do cemitério Memorial do Carmo, onde ocorreu o velório.
Mateus morreu carbonizado na madrugada de ontem, durante um incêndio que atingiu a cobertura do prédio de número 412 na Rua Barata Ribeiro em Copacabana, Zona Sul do Rio, onde morava.
O incêndio começou por volta das 2h45, no quarto onde o garoto estava. Ele dormia no quarto ao lado dos avós que tentaram localizar a criança para resgatá-la, mas as chamas já tinham se alastrado.
Ele morava com a mãe e os avós. No momento do incêndio, Mateus estava apenas com os avós. Bombeiros de Copacabana e Humaitá foram acionados. O corpo da criança só foi localizado às 5h50 ao lado do armário.
O comandante do quartel de Bombeiros de Copacabana, Tenente-Coronel André Gustavo Belchior dos Santos, acredita que o incêndio que atingiu a cobertura do edifício Marlux tenha começado no quarto.
—Somente a perícia poderá esclarecer onde começou o fogo, mas possivelmente foi naquele quarto, porque as chamas ali estavam muito altas. O apartamento tinha rebaixamento de gesso, que veio abaixo.
O corpo do menino estava encoberto de gesso e madeira. Acredito que ele tenha morrido antes mesmo da chegada dos Bombeiros — disse o oficial. Os bombeiros foram avisados do incêndio às 3h25, mas somente às 6h conseguiram entrar no quarto em que estava Mateus.
Eles tiveram dificuldade de chegar ao cômodo justamente por causa do fogo intenso. O corpo do menino estava junto ao armário de roupas, que também foi destruído pelas chamas.
—É possível que ele tenha tentado se esconder no armário, afim de se proteger, mas não dá para dizer ao certo porque pouca coisa restava do móvel — comentou Santos.
ino Mateus Guimarães Santana, de nove anos, foi sepultado na tarde de ontem, no cemitério São Francisco Xavier, no Caju, ao lado do cemitério Memorial do Carmo, onde ocorreu o velório.Mateus morreu carbonizado na madrugada de ontem, durante um incêndio que atingiu a cobertura do prédio de número 412 na Rua Barata Ribeiro em Copacabana, Zona Sul do Rio, onde morava.
O incêndio começou por volta das 2h45, no quarto onde o garoto estava. Ele dormia no quarto ao lado dos avós que tentaram localizar a criança para resgatá-la, mas as chamas já tinham se alastrado.
Ele morava com a mãe e os avós. No momento do incêndio, Mateus estava apenas com os avós. Bombeiros de Copacabana e Humaitá foram acionados. O corpo da criança só foi localizado às 5h50 ao lado do armário.
O comandante do quartel de Bombeiros de Copacabana, Tenente-Coronel André Gustavo Belchior dos Santos, acredita que o incêndio que atingiu a cobertura do edifício Marlux tenha começado no quarto.

—Somente a perícia poderá esclarecer onde começou o fogo, mas possivelmente foi naquele quarto, porque as chamas ali estavam muito altas. O apartamento tinha rebaixamento de gesso, que veio abaixo.
O corpo do menino estava encoberto de gesso e madeira. Acredito que ele tenha morrido antes mesmo da chegada dos Bombeiros — disse o oficial. Os bombeiros foram avisados do incêndio às 3h25, mas somente às 6h conseguiram entrar no quarto em que estava Mateus.
Eles tiveram dificuldade de chegar ao cômodo justamente por causa do fogo intenso. O corpo do menino estava junto ao armário de roupas, que também foi destruído pelas chamas.
—É possível que ele tenha tentado se esconder no armário, afim de se proteger, mas não dá para dizer ao certo porque pouca coisa restava do móvel — comentou Santos.
Polícia vai abrir inquérito para apurar causas da tragédia
Segundo um morador do prédio, todos os moradores ficaram assustados com o incêndio e foram para a rua, quando os bombeiros chegaram.
De acordo com ele, a mãe da criança chegou logo após os bombeiros controlarem as chamas. Como não viu a criança na rua com os avós e os outros moradores, subiu para procurá-lo.
— Houve muito desespero quando o corpo foi encontrado totalmente carbonizado — lembra o morador que preferiu não se identificar. O taxista e morador de um prédio em frente, Rui Alberto Nogueira, de 56 anos, viu quando o fogo começou e chamou logo a polícia e os bombeiros.
Outra moradora de um prédio vizinho contou que ouviu gritos de uma criança. — Ela gritava muito, e eram gritos de socorro. Fiquei apavorada ao ver as chamas — disse a doméstica Maria José da Costa Neves, de 68 anos.
A Policia Civil vai abrir um inquérito para apurar a morte de Mateus. Parentes do menino vão ser chamados para prestar depoimento. O caso foi registrado na 14ª DP (Leblon) que é Central de flagrantes. Técnicos do Instituto Carlos Éboli estiveram no local para fazer perícia e o laudo deve ficar pronto em até 30 dias.
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Campanha transforma os produtos Hortifruti em celebridades e nomes de filmes



Aqui a Natureza é a Estrela" é o tema da campanha da Hortifruti. A ação mostra os produtos da Hortifruti como verdadeiras celebridades. De acordo com o diretor de Marketing da Hortifruti, Fábio Hertel, foram produzidos também comerciais para TV. Cinco filmes totalmente em 3D mostram episódios diferentes do dia-a-dia das celebridades, desde uma cebolinha-verde que, desfilando na tábua de madeira, vira uma top model até um pimentão vermelho namorando uma pimentinha debaixo de um guardanapo dentro do microondas. A ação, criada pela agência capixaba MP, conta também com cartazes institucionais e de preços, apliques, bottons, entre outros materiais de ponto de venda. Neste caso, os produtos aparecem sendo entrevistados por uma revista imaginária chamada Cascas, especialmente criada para a campanha. Agora, a nova campanha, é em cima de nomes de filmes. Sem dúvidas, esta campanha é a melhor e super criativa.
Parabéns para a empresa e para os criadores!!!
Parabéns para a empresa e para os criadores!!!
PMS realizam nova manifestação na praia de Copacabana
MARCELO NEGREIROS
01/02/2008)

01/02/2008)

A Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, amanheceu com um cenário diferente. 586 cruzes foram fincadas na areia, que simbolizam os policiais mortos em serviços entre os anos de 2004 e 2007. Algumas cruzes estavam cobertas com os bonés usados pelos PMs. A manifestação que começou durante a madrugada, foi realizada pela Associação dos Militares do Estado, e o ato pretende denunciar as péssimas condições de trabalho e dos salários dos policiais militares.
As cruzes foram emprestadas pelo Movimento Rio de Paz, que desde janeiro do ano passado tem realizado manifestações de protesto pela redução dos homicídios no Estado do Rio. Na areia ainda havia uma faixa preta com os dizeres “586 mortos por menos de 30 ‘dinheiros’ dia”.
Durante toda manhã, diversas pessoas que passavam pelo calçadão, observaram a ação e demonstraram solidariedade. Uma policial que preferiu não se identificar, esteve presente bem cedo, colocou uma rosa em uma das cruzes e saiu chorando bastante. A mãe de um major lotado do 23° BPM (Itaperuna), também esteve presente na praia e ficou bastante emocionada em saber o número de policiais mortos.
O coronel Dario Cony dos Santos pediu reserva, que já foi publicada em diário oficial. Ele encerrou a carreira da PM. –
Minha saída com 33 anos de polícia, teve uma marca, pois briguei por melhores salários. Estou triste, pois o governo deveria dar mais respeito aos PMs e também por me deixarem sair da corporação. A polícia bem paga, a sociedade terá uma segurança melhor, além de terem policiais satisfeitos e motivados -, disse o coronel.
Por volta das 11h, um grupo de policiais fez mais uma manifestação, porém silenciosa. Com ajuda da população, colocaram rosas em cada uma das cruzes.
As cruzes foram emprestadas pelo Movimento Rio de Paz, que desde janeiro do ano passado tem realizado manifestações de protesto pela redução dos homicídios no Estado do Rio. Na areia ainda havia uma faixa preta com os dizeres “586 mortos por menos de 30 ‘dinheiros’ dia”.
Durante toda manhã, diversas pessoas que passavam pelo calçadão, observaram a ação e demonstraram solidariedade. Uma policial que preferiu não se identificar, esteve presente bem cedo, colocou uma rosa em uma das cruzes e saiu chorando bastante. A mãe de um major lotado do 23° BPM (Itaperuna), também esteve presente na praia e ficou bastante emocionada em saber o número de policiais mortos.
O coronel Dario Cony dos Santos pediu reserva, que já foi publicada em diário oficial. Ele encerrou a carreira da PM. –
Minha saída com 33 anos de polícia, teve uma marca, pois briguei por melhores salários. Estou triste, pois o governo deveria dar mais respeito aos PMs e também por me deixarem sair da corporação. A polícia bem paga, a sociedade terá uma segurança melhor, além de terem policiais satisfeitos e motivados -, disse o coronel.Por volta das 11h, um grupo de policiais fez mais uma manifestação, porém silenciosa. Com ajuda da população, colocaram rosas em cada uma das cruzes.
Mortos e apreensão durante operação no Jacarezinho

MARCELO NEGREIROS
30/01/2008)
A Polícia Civil realizou na manhã de ontem, uma operação na comunidade do Jacarezinho, subúrbio do Rio. Cerca de 200 policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC), e da CORE (Coordenadoria de recursos Especiais) com auxilio de mais cinco delegacias especializadas, participaram da operação que teve início às 6h. Com apoio de dois blindados e dois helicópteros, o objetivo era reprimir o roubo de carga e carro, coibir o tráfico de drogas e cumprir dois mandados de prisão. Seis pessoas foram presas, sendo quatro em flagrante.
O comboio policial saiu às 05h30 da manhã da Quinta da Boa Vista, em direção a favela. Houve troca de tiros e seis bandidos morreram. De acordo com a polícia, todos os mortos eram traficantes do Jacarezinho. Dois deles morreram dentro de um carro Chevrolet Traker, placa KXR-1105, ao tentaram fugir para a Mangueira com a chegada do helicóptero da Polícia Civil. Na troca de tiros, outros quatro foram encurralados pela polícia e morreram, sendo levados para o Hospital Salgado Filho, no Méier, mas não resistiram aos ferimentos.
Foram estourados três depósitos de bebida, onde eram trocados os rótulos. Eles compravam cervejas mais baratas e colocavam rótulos de produtos mais caros. No local, onde acontecia à adulteração com ajuda de equipamentos, não havia ninguém. Foram apreendidos 650 engradados de cervejas falsificados. Os policiais apreenderam também 31 motos e quatro carros, um Astra, um Fiesta, uma Pajero e um Palio. Todos foram levados para o depósito da DRFA (Delegacia de Roubos e Furtos de Auto), localizado em Jacarepaguá, na Zona Oeste. A DRFA também participou da operação e de acordo com o delegado Ronaldo Oliveira, bandidos roubavam motos e carros na área de Vila Isabel e fugiam para a favela do Jacarezinho.
Durante a operação, policiais apreenderam também uma pistola 45, duas pistolas nove milímetros, uma pistola calibre 40, uma pistola 762, um fuzil 556, uma AR-15, farta munição, bombas e dinamites, além de mais de 1000 papelotes de cocaína e sacolés de maconha. Entre os presos, está Thiago Esteves de Melo, de 22 anos, conhecido como Bilhão. Ele é acusado de tráfico de drogas na favela de Manguinhos, e tinha um mandado de prisão contra ele. Luciano Gonzaga Prelado, de 30 anos, também com mandado de prisão por roubo a banco. Os outros quatro presos são Wilker Lima, de 24 anos, Diogo Pereira da Silva, 24, Rafael Barros da Silva, de 22 anos e o adolescente, R.S.L., de 16 anos.
A operação que terminou pouco antes das 15h, contou com o auxilio da Polinter, da DRAE (Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos), da DH (delegacia de Homicídios) e da DPO (Destacamento de Policiamento Ostensivo).
Reconstituição da morte do pequeno Wesley
A pedido do delegado José Otílio Bezerra, titular da 25ª DP (Engenho Novo), durante a incursão da polícia civil ontem na favela do Jacarezinho, foi realizada a reconstituição da morte do menino Wesley Damião da Silva Saturnino Barreto, de 3 anos, atingido por três tiros no dia 10 de janeiro durante uma operação do BOPE na comunidade.Peritos do Instituto Carlos Éboli estiveram presentes. De acordo com o delegado, os policiais envolvidos no caso serão chamados para prestar esclarecimentos. O delegado primeiro ouviu os familiares. Conforme depoimento, o menino estava com a mãe, vindo de um supermercado quando começou um intenso tiroteio. Além de Wesley, dois bandidos morreram. Durante a reconstituição, o clima estava tenso, pois havia uma boca de fumo próximo ao local.
O comboio policial saiu às 05h30 da manhã da Quinta da Boa Vista, em direção a favela. Houve troca de tiros e seis bandidos morreram. De acordo com a polícia, todos os mortos eram traficantes do Jacarezinho. Dois deles morreram dentro de um carro Chevrolet Traker, placa KXR-1105, ao tentaram fugir para a Mangueira com a chegada do helicóptero da Polícia Civil. Na troca de tiros, outros quatro foram encurralados pela polícia e morreram, sendo levados para o Hospital Salgado Filho, no Méier, mas não resistiram aos ferimentos.
Foram estourados três depósitos de bebida, onde eram trocados os rótulos. Eles compravam cervejas mais baratas e colocavam rótulos de produtos mais caros. No local, onde acontecia à adulteração com ajuda de equipamentos, não havia ninguém. Foram apreendidos 650 engradados de cervejas falsificados. Os policiais apreenderam também 31 motos e quatro carros, um Astra, um Fiesta, uma Pajero e um Palio. Todos foram levados para o depósito da DRFA (Delegacia de Roubos e Furtos de Auto), localizado em Jacarepaguá, na Zona Oeste. A DRFA também participou da operação e de acordo com o delegado Ronaldo Oliveira, bandidos roubavam motos e carros na área de Vila Isabel e fugiam para a favela do Jacarezinho.
Durante a operação, policiais apreenderam também uma pistola 45, duas pistolas nove milímetros, uma pistola calibre 40, uma pistola 762, um fuzil 556, uma AR-15, farta munição, bombas e dinamites, além de mais de 1000 papelotes de cocaína e sacolés de maconha. Entre os presos, está Thiago Esteves de Melo, de 22 anos, conhecido como Bilhão. Ele é acusado de tráfico de drogas na favela de Manguinhos, e tinha um mandado de prisão contra ele. Luciano Gonzaga Prelado, de 30 anos, também com mandado de prisão por roubo a banco. Os outros quatro presos são Wilker Lima, de 24 anos, Diogo Pereira da Silva, 24, Rafael Barros da Silva, de 22 anos e o adolescente, R.S.L., de 16 anos.
A operação que terminou pouco antes das 15h, contou com o auxilio da Polinter, da DRAE (Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos), da DH (delegacia de Homicídios) e da DPO (Destacamento de Policiamento Ostensivo).
Reconstituição da morte do pequeno Wesley
A pedido do delegado José Otílio Bezerra, titular da 25ª DP (Engenho Novo), durante a incursão da polícia civil ontem na favela do Jacarezinho, foi realizada a reconstituição da morte do menino Wesley Damião da Silva Saturnino Barreto, de 3 anos, atingido por três tiros no dia 10 de janeiro durante uma operação do BOPE na comunidade.Peritos do Instituto Carlos Éboli estiveram presentes. De acordo com o delegado, os policiais envolvidos no caso serão chamados para prestar esclarecimentos. O delegado primeiro ouviu os familiares. Conforme depoimento, o menino estava com a mãe, vindo de um supermercado quando começou um intenso tiroteio. Além de Wesley, dois bandidos morreram. Durante a reconstituição, o clima estava tenso, pois havia uma boca de fumo próximo ao local.
Detro realiza a maior operação contra transportes irregulares
MARCELO NEGREIROS
(28/01/2008)
O Departamento de Transportes Rodoviários (Detro) realizou ontem a maior operação no município do Rio, contra o transporte clandestino e irregular. Cerca de 300 homens entre fiscais do Detro, da Polícia Militar, da Guarda Municipal e da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), fiscalizaram vans, kombis, táxis e outros veículos que agem irregularmente, sem autorização do Detro e da Prefeitura.
Considerada a maior operação já realizada pelo departamento, 23 pontos da cidade tiveram a fiscalização. Dentre os locais, estão as avenidas
Presidente Vargas, Rodrigues Alves, Maracanã e das Américas. A ação também aconteceu em Bonsucesso e na Praia de Botafogo. Além destes lugares, o Detro também realiza fiscalização em 12 vias que dão acesso à Região Metropolitana do Rio.
A ação Em Bonsucesso, foram apreendidos nove veículos irregulares, levados para um depósito público e os motoristas multados. Na Presidente Vargas, em frente ao Sambódromo, nenhum carro foi apreendido. Uma van que estava com o pneu careca foi parada e o motorista, precisou trocar o pneu e recebeu uma multa. Um táxi, que estava com o documento atrasado, foi rebocado.
A operação do Detro está sendo realizado desde setembro do ano passado. Fiscais ficarão por tempo indeterminado nos 23 pontos. De acordo com um fiscal da SMTR, alguns motoristas de carro particular, pintam o carro de amarelo, fixa uma faixa azul, coloca taxímetro, troca a placa cinza pela vermelha, mas o documento continua de um carro particular. O objetivo é coibir este tipo de fraude, argu
mentou o fiscal.
- O objetivo da operação é em cima da desordem urbana. É uma ação contra o transporte clandestino e essas operações serão diárias e pertinentes -, disse o presidente do Detro, Rogério Onofre. Segundo Onofre, o reforço na fiscalização é uma resposta às ameaças feitas aos fiscais por supostos policiais que comandam cooperativas de vans. O Governador Sérgio Cabral determinou que o Detro amplie a fiscalização contra o transporte pirata.
Segundo o Detro, as vans respondem por quase 30% do transporte no estado do Rio de Janeiro. São 7,5 mil veículos regularizados, enquanto outros 10 mil circulam clandestinamente, informou o departamento. As vans tiveram a importação autorizada pelo governo federal há pouco menos de 20 anos.
Considerada a maior operação já realizada pelo departamento, 23 pontos da cidade tiveram a fiscalização. Dentre os locais, estão as avenidas
Presidente Vargas, Rodrigues Alves, Maracanã e das Américas. A ação também aconteceu em Bonsucesso e na Praia de Botafogo. Além destes lugares, o Detro também realiza fiscalização em 12 vias que dão acesso à Região Metropolitana do Rio.A ação Em Bonsucesso, foram apreendidos nove veículos irregulares, levados para um depósito público e os motoristas multados. Na Presidente Vargas, em frente ao Sambódromo, nenhum carro foi apreendido. Uma van que estava com o pneu careca foi parada e o motorista, precisou trocar o pneu e recebeu uma multa. Um táxi, que estava com o documento atrasado, foi rebocado.
A operação do Detro está sendo realizado desde setembro do ano passado. Fiscais ficarão por tempo indeterminado nos 23 pontos. De acordo com um fiscal da SMTR, alguns motoristas de carro particular, pintam o carro de amarelo, fixa uma faixa azul, coloca taxímetro, troca a placa cinza pela vermelha, mas o documento continua de um carro particular. O objetivo é coibir este tipo de fraude, argu
mentou o fiscal.- O objetivo da operação é em cima da desordem urbana. É uma ação contra o transporte clandestino e essas operações serão diárias e pertinentes -, disse o presidente do Detro, Rogério Onofre. Segundo Onofre, o reforço na fiscalização é uma resposta às ameaças feitas aos fiscais por supostos policiais que comandam cooperativas de vans. O Governador Sérgio Cabral determinou que o Detro amplie a fiscalização contra o transporte pirata.
Segundo o Detro, as vans respondem por quase 30% do transporte no estado do Rio de Janeiro. São 7,5 mil veículos regularizados, enquanto outros 10 mil circulam clandestinamente, informou o departamento. As vans tiveram a importação autorizada pelo governo federal há pouco menos de 20 anos.
Assinar:
Postagens (Atom)




