segunda-feira, 12 de maio de 2008

Feira de São Cristóvão não será leiloada, diz juiz

(MARCELO NEGREIROS)

Agora está decidido, o Pavilhão de São Cristóvão, onde está instalada a tradicional Feira dos Nordestinos, que iria a leilão no próximo dia 14, foi sustado no último dia 06, pelo Juiz Federal substituto no exercício da titularidade, Alfredo de Almeida Lopes, da 4ª Vara Federal de Execução Fiscal do Rio de Janeiro. O pedido foi feito pelo membro do Conselho dos 12, do Movimento pela Valorização da Cultura, do Idioma e das Riquezas do Brasil (MV-Brasil), Wagner Luiz de Vasconcelos, através de petição. Foram recolhidas aproximadamente 200 assinaturas de populares para o cancelamento do leilão.
Conforme o Art. 214, as nulidades de pleno direito do registro, uma vez provadas, invalidam-no, independentemente de ação direta. Segundo o Juiz Alfredo de Almeida, a venda seria para pagar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que é patrimônio dos trabalhadores. Para garantir que o imóvel não seja vendido por um preço inferior ao que vale, ele decidiu suspender o leilão para nova avaliação do imóvel, já que a pendência refere-se a antigo questionamento entre a Prefeitura e pretensos credores de ações trabalhistas contra a Riotur, proprietária formal do Pavilhão.
De acordo com o representante do movimento, o objetivo deste ato, é para não privatizar a feira dos nordestinos, pois ela é um patrimônio cultural. O MV-Brasil, que defende a cultura brasileira como um todo, reconhece as tradições nordestinas como ícone importante da tradição brasileira.
- Queremos manter a feira de São Cristóvão funcionando normalmente. O povo paga hoje uma taxa de R$ 2 para entrar no pavilhão, e caso ele seja leiloado, o público pagará cerca de R$ 10 – ressaltou Wagner.
Ele ressaltou ainda que apenas 95% da população apoiaram o cancelamento deste leilão. A feira atrai cerca de 300 mil visitantes por mês. Em 2003, a Feira começou a funcionar dentro do Pavilhão de São Cristóvão, marco da arquitetura moderna brasileira, reformado pela prefeitura com o objetivo de preservar esse espaço tradicional da cultura nordestina na cidade. Em setembro, ela completará 63 anos. São cerca de 700 barracas fixas que oferecem as várias modalidades da cultura nordestina, como culinária típica, artesanato, trios e bandas de forró.

Movimento consegue suspender outro leilão

Em 2006, o MV-Brasil conseguiu uma ação popular, para suspender o leilão da antiga sede do Cordão do Bola Preta, na Avenida Treze de Maio 13, no Centro do Rio. A juíza Gisele Guida de Faria, da 4ª Vara da Fazenda Pública do Rio, indeferiu o pedido e julgou extinta, sem análise do mérito. A ação foi proposta pelo representante do MV-Brasil, contra o juiz da 38ª Vara Cível da capital, que determinou o leilão na ação de execução proposta pelo Condomínio do Edifício Municipal. Com base no Código de Organização Judiciária do Rio de Janeiro (Codjerj), o MV-Brasil alegou que o leilão deveria ser realizado por oficiais de justiça, na função de porteiro de auditório, e não por um leiloeiro público, como foi determinado pela 38ª Vara Cível. Argumentou ainda que tal substituição onera os cofres públicos, que deixará de recolher a comissão relativa à venda. O clube não pagava cotas condominiais, fundo de reserva, água, luz, esgoto, seguros e taxas extras desde outubro de 1999. A dívida era de 201.929,3899 Ufir.

Sete mortos em operação da Pm em Costa Barros

(MARCELO NEGREIROS)
09/05/2008
Policiais do 9° BPM (Rocha Miranda) realizaram na manhã de ontem uma operação nos morros da Pedreira, Lagartixa e Quitanda, no Bairro de Costa Barros, Zona Norte da cidade. Houve confronto com bandidos, resultando na morte de sete deles. Um dos mortos, conhecido como Churrasquinho da Pedreira, era líder do tráfico e queimava corpos de suas vítimas. Foram apreendidas armas, drogas, bombas e farta quantidade de munição.
A incursão dos PMs começou nos morros da Pedreira e Lagartixa, por volta das 6h, com objetivo de coibir o tráfico de drogas na região. Houve troca de tiros com traficantes. Na ação, quatro bandidos morreram, entre eles, um dos chefes do Morro da Pedreira, conhecido como Churrasquinho. Segundo os soldados, ele queimava corpos de inimigos no alto da favela. Com o traficante, foi apreendida uma pistola.
Na favela da Quitanda, os policiais encontraram dois tonéis com cerca de 30 tabletes de maconha prensada, pesando entre um quilo e um quilo e meio, cada um, além de uma mochila com cerca de cinco mil papelotes de cocaína e grande quantidade de comprimidos ecstasy. Todo material estava enterrado dentro de uma casa, localizada próxima a Rua Botafogo, após receberem informação. Houve confronto com bandidos locais, onde três morreram. Todos eles chegaram a ser socorridos, sendo levados para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes. De acordo com a Secretaria estadual de Saúde, todos já chegaram mortos ao hospital, sem identificações, aparentando ter de 20 a 30 anos de idade. Foram apreendidos também durante a operação nas três comunidades, um revólver calibre 38, duas pistolas 9mm, uma pistola 45, um fuzil HK, um fuzil 762, uma metralhadora, uma farda das Forças Armadas, um carregador de fuzil, caderno com anotações do tráfico, quatro bombas artesanais, dez comprimidos de ecstasy e mais de cinco mil munições. Todo a material foi levado para a 22ª DP (Penha), que funciona como a central de flagrantes.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Mais um dia de guerra no Leme

(MARCELO NEGREIROS)


Em mais uma operação no Morro do Chapéu Mangueira, no Leme, Zona Sul do Rio, policiais do 19º BPM (Copacabana) prenderam dois bandidos e apreenderam armas e drogas. Outros seis marginais conseguiram fugir do cerco montado por cerca de 60 PMs na manhã de ontem.
Com objetivo de reprimir o tráfico de drogas na região, soldados do batalhão de Copacabana avistaram um grupo de oito bandidos armados com fuzis, dando início a um intenso tiroteio. Os traficantes fugiram pela mata, invadindo um prédio desativado da Telemar, localizado na Rua Roberto Dias Lopes, no mesmo bairro.
Eles quebraram os vidros, e conseguiram escapar pela rua, em direção a Avenida Princesa Isabel, em Copacabana. Os policiais revistaram os prédios vizinhos e estabelecimentos comerciais em busca dos criminosos. Dois bandidos fugiram em direção a praia do Leme e foram presos na areia, trocando de roupa.
Thiago da Silva Sibélis, vulgo "De Bobeira", de 22 anos, e Douglas Fernandes Ferreira, vulgo "Sujeira", de 21 anos, que já foi preso por tráfico, estavam bastante feridos e não estavam armados.
Segundo os PMs, eles são oriundos de Santa Cruz, na Zona Oeste, ligados à facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), e alegaram estar na casa de parentes na favela.
Durante a busca pelos suspeitos, a polícia encontrou em um prédio vizinho ao desativado, roupas, uma granada e um fuzil, que pertenceriam a eles.
Nas ruas da favela e também na mata, a polícia apreendeu também mais um fuzil, uma metralhadora, uma pistola, mais três granadas, dois carregadores, farta munição, duas toucas ninja, um colete à prova de balas, um rádio de comunicação, grande quantidade de maconha e cocaína, além de uma folha com anotações sobre a venda de drogas.
Os presos e o material apreendido foram levados para a delegacia de Copacabana. Policiais do Batalhão Florestal, do Grupamento de Policiamento em Áreas Especiais (Gpae) e da Companhia Independente de Polícia Militar com Cães (CIPM).

Bando foge em van para a Serrinha

De acordo com moradores que presenciaram a ação dos bandidos, eles saíram do prédio armados. Outros três bandidos renderam o motorista e o ajudante de uma van, que esperava para descarregar produtos em frente ao número 220 da Roberto Dias Lopes.
Eles, que não tiveram suas identidades reveladas por motivos de segurança, prestaram depoimento na 12ª DP (Copacabana). Conforme testemunho, eles foram obrigados a conduzir o veículo até a Favela da Serrinha, em Madureira, Zona Norte do Rio, onde foram liberados.
Os bandidos fugiram para o interior da favela de moto. A polícia conseguiu identificar dois deles. Marcelo da Silva Batista, 21, e Adriano Rodrigues Gianine, 22, ambos já com passagem por tráfico.

Prédio vizinho atingido por bala perdida

A troca de tiros entre os policiais e bandidos, assustou moradores da comunidade e também dos prédios próximos à comunidade. Moradora do prédio de número 436, da Rua Gustavo Sampaio, que preferiu não se identificar, disse que uma bala atingiu seu apartamento.
Ela relatou que o imóvel, localizado no 8º andar, tem uma pequena vista para a mata, mas não dá para ver a favela. Segundo a moradora, a bala atravessou a janela do quarto do filho de 16 anos e foi parar num quadro.
Ela que está a um mês nesse apartamento, disse que não estava em casa no momento do incidente, apenas a mãe, a empregada e a filha de 14 anos.
- Minha mãe foi fechar a porta do quarto de meu filho, quando avistou os estilhaços - declarou a moradora, ainda assustada. Segundo ela, o projétil ainda não foi encontrado, avisando a polícia e a administração do prédio.

INCÊNDIO NO MÉIER

(MARCELO NEGREIROS)
Um incêndio atingiu um apartamento no 8° andar de um prédio na Rua Intendente Cunha Menezes, número 257, no bairro do Méier, Zona Norte do Rio, por volta das 6h45min de ontem. Bombeiros do quartel do Méier foram acionados para apagar as chamas. Nenhum dos moradores e funcionários do edifício ficaram feridos.

Curto-circuito

De acordo com os Bombeiros, a causa do incêndio foi um curto-circuito que começou na geladeira. Ao perceberem a proporção das chamas, as duas pessoas que estavam no apartamento de número 801, se abrigaram no quarto, acionando os bombeiros, que chegaram logo em seguida.
Quando os bombeiros chegaram no local, havia muito fogo, que se concentrou apenas na cozinha. Mãe e filho estavam presos no quarto, e foram resgatados sem ferimentos. Eles foram atendidos no próprio local, devido a fumaça, mas sem gravidades.


Danos materiais

Ainda de acordo com os bombeiros, houve apenas danos materiais, como eletrodomésticos, móveis e utensílios, que foram queimados durante o incêndio.
Foi realizado o trabalho de rescaldo e também de perícia, que será divulgado em aproximadamente uma semana. Dez bombeiros do 2º GBM (Méier), sob o comando do major Hélio Lima.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

118 motoristas de caminhões são multados no Rio

No segundo dia de proibição de tráfego de caminhões em algumas vias da cidade, nas horas de maior movimento, a CET-Rio, a Coordenadoria de Vias Especiais (CVE) e a Guarda Municipal, aplicaram 118 multas a caminhões de entrega que não respeitaram as regras do decreto municipal, em vigor desde ontem, segundo a Secretaria Municipal de Transporte.
No início da manhã de ontem, a Guarda Municipal montou barreiras para impedir a passagem desses veículos na Avenida Francisco Bicalho, Zona Portuária do Rio, uma das vias onde está proibida a circulação de caminhões. Os veículos também estão sendo proibidos de estacionar na Avenida Pedro II, que dá acesso à Francisco Bicalho. Na segunda-feira, os motoristas fizeram fila na via para esperar o horário permitido para circulação.
A proibição vale para as horas de maior movimento: entre 6h e 10h, e entre 17h e 20h, de segunda a sexta-feira. Mesmo as empresas que conseguiram na Justiça o direito de continuar circulando, como a Associação Brasileira da Indústria de Refrigerantes, estão sendo impedidas de trafegar antes do horário permitido. A Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (Asserj) também conseguiu na Justiça que o decreto só passe a vigorar daqui a 180 dias. Segundo a associação, as empresas precisam de tempo para redefinir roteiros e ruas da cidade por onde os caminhões irão passar. A prefeitura do Rio anunciou que vai recorrer o mais rápido possível a decisão.
Segundo a Guarda Municipal, somente veículos de valores, mudanças, combustível e de serviços, como reboque, empresas de ônibus e ambulâncias, podem circular normalmente.
- No primeiro dia, foi realizado um trabalho de orientação e ontem, trabalhamos com repressão – disse um dos guardas municipais.
Só na segunda-feira, 253 multas foram aplicadas no primeiro dia de proibição de tráfego de caminhões em algumas vias da cidade do Rio. De acordo com o decreto, os caminhões estão proibidos de circular por ruas do Centro, todas da Zona Sul, Tijuca, Jacarepaguá e Méier. A medida da prefeitura tem como objetivo facilitar o tráfego na cidade. Quem descumprir, leva multa de até R$ 100.


Tribunal de Justiça suspende decreto que limita a circulação de veículos de carga no Rio

A Prefeitura do Rio foi comunicada ontem, da decisão do Tribunal de Justiça que suspendeu a decorrência do decreto municipal que proibía os caminhões de carga de circular, carregar ou descarregar mercadorias nos dias úteis. A proibição foi estipulada entre 6h e 10h, e de 17h às 20h, na orla marítima e em mais 26 vias. De acordo com o desembargador Luiz Felipe Francisco, da Oitava Câmara Cível, que deferiu a medida liminar pleiteada pela Associação de Supermercados do Estado do Rio, considerou o tempo compreendido entre a publicação do decreto, no dia 25 de abril, e a data de início de aplicação da medida, na segunda-feira, decorreram apenas 10 dias, dos quais apenas metade foram úteis. Ainda não há data para que a Oitava Câmara Cível vote o mérito do mandado de segurança.

Menina prende o cabelo em brinquedo e perde parte do couro cabeludo


Uma menina de 9 anos perdeu parte do couro cabeludo ao ficar com o cabelo preso em um brinquedo de um parque, no Rio de Janeiro. Júlia Vitória do Ramo Braga, 9 anos, ficou com o cabelo preso num brinquedo, conhecido como "gaiola", no Parque Filadélfia Diversões, em Campo Grande, na Zona Oeste da cidade. Ela foi socorrida pelos pais em uma clínica na região e passa bem.
Segundo o pai dela, Lincoln Campos Braga, a pequena Júlia ficou 28 minutos com o cabelo preso e que os funcionários do parque tiveram dificuldade para soltá-la. Ela foi levada para a Casa de Saúde Nossa Senhora do Carmo, e liberada em seguida. De acordo com os médicos que a atenderam, ela poderia ter quebrado o pescoço. Ainda de acordo com o pai da criança, a brigada de incêndio do shopping e representantes da administração, foram chamados, mas ninguém apareceu.
Ela compareceu na manhã de ontem no Instituto Médico Legal, em Campo Grande, onde realizou exame de corpo de delito. Peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli, não encontraram irregularidades no parque. De acordo com o especialista Ivan Camargo, na perícia realizada pela manhã no brinquedo, nada estava fora das normas de segurança.
O diretor da empresa Parque Filadélfia Diversões, Rogério Carvalho, acompanhou os trabalhos. Ele assegurou que a recomendação é para que a criança sente no banquinho e segura com as duas mãos na trava de segurança que fica à frente. Segundo ele, a menina descumpriu as ordens e se deitou no banco, o que levou seu cabelo a se enrolar em uma roldana do brinquedo.
O delegado Eduardo Jorge Soares, da 35º DP (Campo Grande), onde o caso foi registrado como lesão corporal, interditou o brinquedo por medida de segurança, até que a empresa instale uma placa de proteção na roldana onde ocorreu o acidente. Os responsáveis, tanto pelo shopping quanto pelo parque, deverão comparecer à delegacia para prestar depoimento.
Emocionado, o pai de Júlia, falou sobre o susto que levou com a filha.
- Tivemos um milagre de Deus. Ela poderia ter quebrado o pescoço ou ter sofrido um traumatismo craniano. Fisicamente ela está bem. Mas emocionalmente está abalada – disse Lincoln Campos Braga. Ele ainda disse sobre o despreparo dos funcionários do shopping e do parque, que ficaram chocados com a situação e não sabiam o que fazer para soltar a criança do brinquedo.
Ele acrescentou que este despreparo, será cobrado na Justiça. Lincoln, que trabalha como radialista, pretende processar o fabricante do brinquedo, a empresa que explora o parque e a administração do shopping.

Tragédia acabou reaproximando pai e filho que não se viam há seis anos
Durante a reportagem exibida na televisão, sobre o caso de Júlia Vitória do Ramo Braga, o jovem Felipe Couto Campos Braga reconheceu o pai que não via há pelo menos seis anos. Lincoln Campos Braga, é o pai dele e também o pai da criança que se feriu.
Surpreso ao reconhecer o pai e preocupado com a irmã mais nova, Felipe foi até a 35ª DP (Campo Grande), que está investigando o acidente no Parque Filadélfia Diversões, e pediu ajuda para chegar até a casa do pai. Ele foi levado ao local por uma viatura da Polícia Militar e reencontrou seu genitor. Os dois se abraçaram em clima de grande emoção.

domingo, 4 de maio de 2008

Café das Dez, programa da Rádio Bandeirantes AM

(MARCELO NEGREIROS)
A rádio brasileira agora tem um "sabor especial" para os ouvintes da Rádio Bandeirantes Am 1360 khz. Mais do que um programa de curiosidades e de um serviço de utilidade pública, o programa Café das 10 tem como locutores, uma bem produzida ex-modelo e um discreto e informal especialista esportivo. Mário Morango e Anna Davies animam as manhãs do rádio com entretenimento, entrevistas, notícias em cima da hora e situações do dia-a-dia. Eles conduzem uma “revista diária” com cultura, música e dicas sobre todo e qualquer assunto de interesse do cidadão, com um canal de comunicação aberto ao ouvinte sem restrições.
Hoje o café das 10 ocupa a terceira colocação no horário e de acordo com os comunicadores, o programa está tendo esse sucesso em uma rádio renovada, que voltou com uma programação inovadora. O programa é 100% interativo, onde o ouvinte é a peça fundamental e a participação às vezes é ao vivo. Eles sugerem pautas que na maioria das vezes são aceitas. Campanhas também são realizadas. O público GBTL também ganha espaço no programa. Os comunicadores abordam todos os casos da cidade, chamam a atenção para autoridades e brigam por coisas sérias.
Artistas são lançados e também resgatam artistas esquecidos pelo público. O programa é totalmente independente, não tem patrocínio e comercial. Artistas de todas as artes, intelectuais, presidentes de associações de moradores, diretores de museus e centros culturais, políticos, autoridades públicas e eclesiásticas, profissionais autônomos ou não, todo e qualquer cidadão que tenha amor e pelo Rio e responsabilidade social abrilhanta o programa.
Jornalistas de vastos e experientes currículos, ele, Coordenador de Esportes da rádio Bandeirantes AM, ela, militante e fundadora de inúmeros movimentos culturais, artísticos, sociais, futura candidata a vereadora pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). É um programa alegre, bem humorado e de muito entretenimento, onde os comunicadores brincam um com o outro. Anna foi a primeira jornalista negra da Tv brasileira em 1972, na TV Globo de Minas gerais.
A entrada dela no jornalismo foi inusitado, devido a sua imagem, tendo um black power. Depois que saiu da TV, em 1979, ingressou na Rádio Nacional, depois na Continental, Carioca, entre outras. Amazonense por natureza e carioca de coração, Mário é o gerente coordenador de esporte na Rádio Bandeirantes, com 23 anos de profissão. A parceria começou em junho passado, quando começou o programa na Rádio Bandeirantes. Ela trabalhava na Rádio Globo e ele na própria Bandeirantes.
O programa também é uma prestação de serviços, onde toda terça-feira, a Doutora Márcia Romañach, aborda temas diferenciados, ligado à saúde bucal. Ela foi a primeira médica dentista a tratar crianças aidéticas no Brasil. Outras participações também ilustram o programa como Maria Isabel, a Bebel, da Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa), na defesa dos direitos dos animais e Paulino Rodrigo (o Borboleta), comentarista esportivo e militante gay.
A Rádio Bandeirantes AM Rio de Janeiro, é uma emissora radiofônica da cidade do Rio de Janeiro, transmitida em sinal AM. A rádio faz parte do Grupo Bandeirantes de Comunicação e integra a Rede Bandeirantes de Rádio. É uma diversidade, onde a programação varia de humor até programas evangélicos. O esporte e o jornalismo têm mais espaço. A rádio está moderna, com equipamentos atuais, além do ambiente de trabalho ser muito bom, segundo Anna. O programa café das 10 vai ao ar sempre de segunda a sexta, das 10 às 11 horas, na Bandeirantes AM (1.360 MHz).