sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Vergonha para o Rio

(MARCELO NEGREIROS)

Rio, 16 de outubro de 2009

A cidade que sediará os Jogos Olímpicos de 2016 ainda precisa cuidar ou pelo menos ter mais respeito pelos indivíduos que ainda tem esperança de estarem vivos até lá. O Rio de Janeiro passa – e sempre passou – por uma forte turbulência tratando-se de violência. Virou bagunça total. Os nossos governantes estão tão preocupados com a Olimpíada que faz corpo mole para tentar deixar a cidade digna para se viver. Não me assusto quando leio algo como ‘PM foi preso assaltando...’ ou ‘Bala perdida atinge inocente...’, mas é um absurdo nos dias de hoje, ainda precisarmos ler essas barbaridades. Na madrugada de hoje, um soldado da Aeronáutica, mais dois canalhas foram presos, suspeitos de roubar um carro e fazer o motorista refém, na Ilha do Governador, Zona Norte da cidade. De acordo com a polícia, o trio teria assaltado e feito refém um comerciante. Eles queriam que a vítima sacasse dinheiro em caixas eletrônicos. O grupo ainda tentou roubar outro veículo, porém o motorista reagiu atirando contra o carro onde estavam os suspeitos e o refém. Infelizmente, nenhuma bala ‘perdida’ quis encontrar o corpo de alguns desses bandidos, mas a lataria e um pneu do carro sim, o que chamou a atenção de policiais militares do 17º BPM (Ilha do Governador), interceptando o automóvel. O militar e um dos suspeitos foram presos, já que o terceiro integrante conseguiu fugir. Um dia antes, um soldado da PM foi preso em flagrante por assalto junto com dois menores. O incidente aconteceu em Piedade (é o que moradores pedem), quando uma patrulha do 3º BPM (Méier) , que faziam rondas pelo bairro, perceberam que os bandidos estavam atacando dois pedestres. Percebendo a aproximação dos PMs, os suspeitos fugiram, e durante perseguição houve troca de tiros até baterem com o carro em Quintino. Na delegacia, os rapazes foram reconhecidos pelas vítimas, pedestres e o motorista do veículo que estava em poder dos mesmos, que havia sido roubado no mesmo dia, em Vila da Penha. Ambos ficaram surpresos ao saberem que um dos envolvidos neste arrastão por dois bairros do subúrbio era na verdade um policial e outro, filho de um policial. Lotado no Batalhão do Leblon, o soldado Diego Luís Carvalho Varanda, de 23 anos estava na PM há um ano e nove meses e chegou a ser motorista do subcomandante do 23º BPM. De acordo com delegada-adjunta da 24ª DP Renata Martino, ele foi autuado por tentativa de homicídio, receptação de carro roubado, corrupção de menores e roubo qualificado. Os menores que foram encaminhados para à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), responderão por roubo e receptação. Um dos jovens, de 14 anos foi incriminado ainda por tentativa de homicídio e porte ilegal de arma, onde contou à polícia, ter comprado a pistola que segurava por R$ 600. Claro que este bandido que suja a corporação negou ter participado dos assaltos, alegando ter encontrado os menores em Vaz Lobo, por volta de 18h. Segundo o depoimento prestado, os rapazes lhe pediram para dar “um susto” em um aluno da Universidade Gama Filho com quem teriam discutido semana passada. “Se essa versão fosse verdadeira, ele, como policial, teria que ter detido o menor que estava ao volante”, disse um agente. Ou seja, é uma desordem, uma bagunça. Quem deveria estar nos protegendo, está na verdade nos levando tudo, até o sossego. A PM já tem diversos problemas, isso já sabemos, lutam por salários dignos (o que merecem) e por respeito, acima de tudo. Vem um merdinha, que pensa que a farda é um lixo (como ele é) e faz isso. Ele na verdade não está apenas sujando a corporação, mas também cada carioca, que acredita ter uma segurança nas ruas. A Polícia merece respeito e os Srº Governador Sérgio Cabral e o Srº Prefeito Eduardo Paes, antes de gastar o que pretendem gastar com o ‘bonito’, precisam investir mais nos nossos policiais (os de honra), tratá-los com dignidade e os que cometem esses crimes, não serem expulsos, afinal, mais bandidos nas ruas pelo amor de Deus. Paredão neles já! (se é que me entendem...)

Foto: Osvaldo Praddo / Agência O Dia

Fontes Pesquisa: Globo.com e Jornal O Dia

Ciara e o Rapper Diddy também estarão no Fashion Rocks

Evento de moda e música acontece dia 24 de outubro no Rio. Mariah Carey e a cantora Wanessa também farão shows.


O rapper norte-americano Diddy, também conhecido como P. Diddy e Puff Daddy, vem ao Brasil para o Oi Fashion Rocks. Ele substitui o produtor e estilista americano Pharrell Williams e sua banda N.E.R.D. como atração musical.
O evento, que mistura moda e música no dia 24 de outubro no Jockey Club do Rio de Janeiro, terá ainda as cantoras Mariah Carey, Ciara, Wanessa, Estelle e Grace Jones, além de Lulu Santos e do rapper JaRule.
Entre os desfiles internacionais estão Marc Jacobs, Versace, Calvin Klein, Givenchy, ao lado das grifes brasileiras Alexandre Herchcovitch, Lino Villaventura, André Lima e Lenny.
O Fashion Rocks é um evento internacional que começou em Londres em 2003 e já teve edições em diversos países da Europa e também nos EUA, em que já se apresentaram artistas como Jamiroquai, Beyoncé, Elton John, Foo Fighters, David Bowie e outros.
No exterior, o evento também já teve desfiles de Calvin Klein, Giorgio Armani e Stella McCartney. O criador do São Paulo Fashion Week, Paulo Borges, será responsável pela coordenação de moda da edição brasileira do evento, a primeira da América Latina.

Ainda há ingressos à venda por valores
entre R$ 800 e R$ 1.400:




Fonte: G1

Carla Visi em Itaguaí/RJ

Um trio elétrico com a baiana Carla Visi - ex-integrante da banda Cheiro de Amor - e bateria da Santa Cruz vai marcar a inauguração da nova Orla de Coroa Grande, em Itaguaí, no dia 17 de outubro. O evento começará às 10h, com presença confirmada do prefeito Carlo Busatto Junior, o Charlinho, e do governador Sérgio Cabral. De acordo com a prefeitura, a comemoração ira durar o dia todo. O trio elétrico percorrerá toda a pista, que estará fechada ao trânsito de veículos.
O novo point turístico da região, terá um quebra-mar mais amplo, 16 modernos quiosques, ciclovia, equipamentos para exercícios físicos, uma praça, vagas para carros, rampa para pequenas embarcações, iluminação e paisagismo diferenciados, além de um mirante para o mar. O projeto, fruto de um convênio da Prefeitura de Itaguaí com a Vale do Rio Doce, recebeu investimento de cerca de R$ 6 milhões.
Os quiosques, todos em formato de barco, estão equipados com cozinha, depósito subterrâneo e banheiros masculino e feminino. Cada "quiosque-barco" ocupa uma área de cerca de 240m2 - incluindo espaço aberto para mesas e cadeiras - e recebeu uma pintura diferente, deixando a orla da cidade ainda mais colorida. Para compor o paisagismo da orla, foram plantados mais de 300 coqueiros em toda a via, além de plantas e flores que passam a enfeitar os canteiros da região.
A expectativa da Prefeitura é que Coroa Grande, que é a maior orla da Costa Verde, atraia mais turistas para a região, contribuindo também para movimentar a economia do município.
- Com uma orla mais bonita e uma boa infra-estrutura, podemos programar eventos que movimentem o turismo. Já estamos planejando trazer trios para o carnaval de 2010 - disse o secretário Municipal de Indústria e Turismo, Alexandre Valle.

sábado, 18 de julho de 2009

Morre Walter Cronkite, 'o homem mais confiável da América'

Jornalista de 92 anos cobriu importantes fatos históricos dos EUA.Cronkite era considerado um dos âncoras de maior credibilidade.

O jornalista americano Walter Cronkite, um dos âncoras de maior prestígio da TV americana, morreu nesta sexta-feira (17), aos 92 anos. Segundo a emissora CBS, a família informou que Cronkite lutava contra uma doença vascular no cérebro há sete meses.
Conhecido como “o homem mais confiável da América” e lembrado em diversas pesquisas como um dos jornalistas de maior credibilidade nos Estados Unidos, ele apresentou telejornais na CBS entre os anos de 1962 e 1981.
Cronkite participou das coberturas de importantes fatos históricos, como o assassinato do presidente John Kennedy, a guerra do Vietnã, escândalo do Watergate e a chegada do homem à lua.
Cronkite foi considerado o expoente máximo de uma época na qual a figura do âncora acumulava salários milionários, determinava o noticiário emitindo opiniões, monopolizando os grandes eventos, além de influenciar na maneira como o americano deveria pensar.
O modelo combinado de apresentador e editor-chefe de telejornais ainda é referência não só no Estados Unidos como em vários países como o Brasil.
No auge de seus 60 anos de carreira, Cronkite desempenhou um papel crucial na mudança da opinião pública americana sobre a guerra do Vietnã.
Sem paletó, com a manga da camisa dobrada, ele tomou o microfone para anunciar que JFK acabava de ser vítima de um atentado. Uma hora mais tarde, contendo as lágrimas, retirou os óculos de lentes grossas para anunciar ao país a morte de seu presidente.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Claudia Leitte: 29 anos

Cantora desde aos três anos de idade, com uma voz maravilhosa e uma carreira brilhante, a musa Claudia Leiite, completa hoje 29 anos e como sempre, esbanjando energia e simpatia. Mas a festa de aniversário foi antecipada e comemorado na última segunda-feira (06) em parque de diversões.



Um parque de diversões com direito a montanha-russa, carrinho de bate-bate, elevador de quase 70 m de altura e queda livre de 94 Km/h, chapéu mexicano e muito mais: foi no Hopi Hari que Claudia Leitte recebeu o carinho de sua equipe e de alguns amigos para iniciar as comemorações de seus 29 anos.
"Foi uma grande surpresa essa festa e quero aproveitar o máximo que puder", declarou Claudia pouco antes da maratona de brincadeiras começar. O ponto de encontro foi um hotel de São Paulo. Ali estavam seus produtores, seguranças, pais, irmão, sobrinhos, cunhados, sogros e músicos, organizadores da grande comemoração. E já durante o percurso, a alegria podia ser vista nos olhos de todos. Quando desembarcaram no Hopi Hari, o clima de descontração aumentou ainda mais. Claudia se sentia em casa e colocou todo o lado criança para fora.
"Não quero ver ninguém parado ou com medo. Vamos subir e descer, sentir o vento no rosto e aproveitar cada momento dessa festa linda que vocês me deram". E ali na entrada já começou a receber seus amigos como o ator Cássio Reis, o estilista Walério Araújo. Ao passar do dia foram chegando outros queridos como a apresentadora Adriane Galisteu, a jogadora de vôlei Virna, a atriz Mila Christie e o piloto Antonio Pizzonia.
O roteiro de diversão criado pelo Hopi Hari especialmente para a festa de Claudia Leitte incluiu brinquedos de pura emoção como a Montezum, quinta maior montanha-russa do mundo, onde os visitantes percorrem 1024 metros em 58 segundos e uma velocidade de até 103 km/h, e opções mais comportadas como o Vambate, carrinho de bate-bate, que fez a alegria da mãe da cantora.
"Esse aqui é o meu preferido. Vou quantas vezes puder", contou dona Ilna Leitte com muita empolgação.No cardápio estavam todas as delícias de um parque de diversão: cachorro quente, refrigerante, suco, pipoca, algodão-doce e maçã do amor. Além disso, na hora de cantar parabéns, a mesa contava com várias guloseimas que fizeram a festa da "garotada", como bolo de chocolate, brigadeiro, beijinho, balas, pirulitos e jujubas. Tudo preparado por uma empresa especializada de Jundiaí.E a festa só teve fim quando a noite caiu e todos já sentiam o cansaço batendo. Era hora de se despedir daquele dia mágico. E Claudia Leitte terminou dizendo assim: "Foi a melhor festa do mundo".

Fonte: Carnasite

Dia da Pizza

Hoje é festejado o Dia Internacional da Pizza, um dos pratos mais conhecidos e saboreados no mundo.

O Dia da Pizza é comemorado desde 1985 em São Paulo. A data foi instituída pelo então secretário de turismo, Caio Luís de Carvalho, por ocasião de um concurso estadual que elegeria as 10 melhores receitas de mussarela e margherita. Empolgado com o sucesso do evento, ele escolheu a data de seu encerramento, 10 de julho, como data oficial de comemoração da redonda.

História da pizza

No dia 11 de junho de 1889, Raffaele Esposito foi convidado a preparar uma pizza para rainha Margherita, esposa do rei Humberto, recém-unificado reino da Itália. Segundo os arquivos históricos, o pizzaiolo colocou tomate e queijo mussarela sobre a massa. Diz a tradição que a rainha admirou e degustou tanto, que deu o seu nome para a pizza, Margherita. Assim ficou registrado o primeiro pizzaiolo da história.
Mas a história da pizza começou há seis mil anos, com os egípcios. Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com água. Outros afirmam que os pioneiros são os gregos, que faziam massas a base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. A novidade foi parar na Etrúria, na Itália.
Ao contrário do conhecimento popular, apesar de tipicamente italiana, os babilônios, hebreus e egípcios já misturavam o trigo e a água para assar em fornos rústicos há mais de 5000 anos. A massa era chamada de "pão-de-abraão", muito parecida com os pães árabes atuais, e recebia o nome de piscea.
Os fenícios, três séculos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao pão; os turcos muçulmanos adotavam esse costume durante a Idade Média e por causa das cruzadas essa prática chegou à Itália pelo porto de Nápoles, sendo em seguida incrementada dando origem à pizza que conhecemos hoje.
No início de sua existência, somente as ervas regionais e o azeite de oliva eram os ingredientes típicos da pizza, comuns no cotidiano da região. Os italianos foram os que acrescentaram o tomate, descoberto na América e levado a Europa pelos conquistadores espanhóis. Porém, nessa época a pizza ainda não tinha a sua forma característica, redonda, como a conhecemos hoje, mas sim dobrada ao meio, feito um sanduíche ou um calzone.

Da Itália para o mundo

A pizza era um alimento de pessoas pobres do sul da Itália, quando, próximo do início do primeiro milênio, surge o termo "picea", na cidade de Nápoles, considerada o berço da pizza. "Picea", indicava um disco de massa assada com ingredientes por cima. Servida com ingredientes baratos, por ambulantes, a receita tinha o objetivo de "matar a fome" principalmente da parte mais humilde da população. Normalmente a massa de pão recebia como sua cobertura toucinho, peixes fritos e queijo.
A fama da receita correu o mundo e fez surgir a primeira pizzaria que se tem notícia, a "Port'Alba", ponto de encontro de artistas famosos da época, tais como Alexandre Dumas, que inclusive citou variações de pizzas em suas obras.
Chegou ao Brasil da mesma forma, por meio dos imigrantes italianos, e hoje pode ser encontrada facilmente na maioria das cidades brasileiras. Até os anos 1950, era muito mais comum ser encontrada em meio à colônia italiana, tornando-se logo em seguida parte da cultura deste país. A partir de 1985, comemora-se o Dia da Pizza aos 10 de julho.
Foi no Brás, bairro paulistano dos imigrantes italianos, que as primeiras pizzas começaram a ser comercializadas no Brasil. Segundo consta no livro "Retalhos da Velha São Paulo", foi nos fornos do restaurante de Geraldo Sesso Jr., a "Cantina Dom Carmenielo", que os apreciadores da culinária Italiana passaram a poder degustar a iguaria napolitana.
Aos poucos, a pizza foi-se disseminando pela cidade de São Paulo, sendo abertas novas cantinas. As pizzas foram ganhando coberturas cada vez mais diversificadas e até mesmo criativas. No princípio, seguindo a tradição italiana, as de mussarela e anchova eram as mais presentes, mas as hortaliças e os embutidos começaram a se tornar mais acessíveis no país – e a criatividade dos brasileiros fez surgir os mais diversos sabores.
A variedade de coberturas que se pode colocar sobre uma pizza é quase infinita, entretanto, algumas preparações são tradicionais e têm fiéis seguidores:

• Margherita: tomate, queijo mussarela e folhas de manjericão (nomeada em homenagem à princesa-consorte Margarida de Savóia, que adorava pizzas);
• Mussarela: tomate, queijo mussarela, orégano e azeitonas pretas;
• Portuguesa: tomate, presunto (fiambre), queijo mussarela, cebola, ovos cozidos e azeitonas pretas e/ou verdes;
• Calabresa: tomate, lingüiça (chouriço) calabresa, cebola e azeitonas pretas;
• Toscana: tomate, queijo mussarela misturada com linguiça (chouriço) toscana moída e azeitonas pretas;
• Pepperoni: tomate, queijo mussarela, rodelas de salame pepperoni e azeitonas pretas;
• Quatro queijos: tomate, queijos mussarela, gorgonzola, parmesão e requeijão, e azeitonas pretas (há variações em três e cinco queijos);
• Pomodoro: tomate, queijos mussarela e parmesão ralado, alho e azeitonas pretas;
• Alice ("anchova" em italiano) ou aliche: tomate e anchovas.

A verdadeira pizza napolitana

Em 1982 foi fundada, em Nápoles, na Itália, por Antonio Pace, a Associação da Verdadeira Pizza Napolitana, (Associazione Verace Pizza Napoletana, em italiano) com a missão de promover a culinária e a tradição da pizza napolitana, defendendo, até com certo purismo, a sua cultura, resguardando-a contra a "miscigenação" cultural que sofre a sua receita. Com estatuto preciso, normatiza as suas principais características.
A associação age fortemente na Itália para que a pizza napolitana seja reconhecida pelo governo como "DOC" (di origine controllata, Denominação de Origem Controlada em português). Em 2004, um projecto de lei foi enviado ao parlamento, com o intuito de regulamentar por lei as verdadeiras características da pizza napolitana. O "DOC" é uma designação que regulamenta produtos regionais tais como os famosos vinhos portugueses.
Segundo a associação, a Verace Pizza Napolitana deve ser confeccionada com farinha, fermento natural ou leveduras de cerveja, água e sal. A pizza deve ser ainda trabalhada somente com as mãos ou por alguns misturadores devidamente aprovados por um comitê da organização. Depois de descansar, a massa deve ser esticada com as mãos, sem o uso de rolo ou equipamento mecânico. Na hora de assar, a pizza deve ser colocada em forno a lenha (somente), a 485°C, sendo que sobre a superfície do forno não deve ser colocado nenhum outro utensílio.
A variedade de coberturas é reconhecida pela organização, porém devem ter a sua aprovação, estando em conformidade com as tradições napolitanas e não contrastando com nenhuma regra gastronômica. Algumas coberturas são tidas como tradicionais, sendo elas (respeitando seus nomes italianos):

• Marinara (Napolitana): tomate, azeite de oliva, orégano e alho.
• Margherita: tomate, azeite de oliva, queijo mussarela e manjericão.
• Ripieno (Calzone), uma pizza recheada: ricota, mussarela especial, azeite de oliva e salame.
• Formaggio e Pomodoro: tomate, azeite de oliva e queijo parmesão ralado.

Quando degustada, a pizza deve apresentar-se macia, bem assada, suave, elástica e fácil de ser dobrada pela metade.
A pizza deve ser obrigatoriamente redonda, não podendo o seu diâmetro ser maior do que trinta e cinco centímetros. Outra medida, a espessura no centro do disco, não deve ser maior do que cinco milímetros, e a borda não pode ser maior do que dois centímetros.

São Paulo – capital mundial da pizza

Especialmente na cidade de São Paulo, que tem uma grande colônia italiana, o consumo de pizzas é grande e sofisticado, com o ato de reunir-se numa pizzaria. Desse costume, surgiu a expressão, comumente usada no país, associando um processo que envolva ações de ética ou legalidade duvidosa a esta celebração. Quando apenas alguns dos envolvidos de menor importância são penalizados ou exista um movimento de acomodação, terminando em mesa de negociação, ou "terminando em pizza", como se as partes envolvidas, acusados e acusadores, se sentassem numa pizzaria e, apreciando a saborosa iguaria, celebrassem o acordo durante uma "rodada de pizza".
São Paulo é a segunda cidade do mundo onde mais se consome pizzas – só perde para Nova York (EUA). São quase 6.000 pizzarias na capital que produzem cerca de 1 milhão de redondas por dia!

Fonte:
wikipedia.org

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Senador apresenta emenda constitucional pela obrigatoriedade do diploma

A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que institui a obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para o exercício da profissão será apresentada à Mesa Diretora do Senado nesta quarta-feira (1/7), às 18h, segundo o portal Comunique-se. O senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), autor da proposta, conseguiu o apoio de 50 dos 81 parlamentares. O mínimo exigido para a apresentação da PEC é de 27 assinaturas.
Depois da apresentação, a PEC dos Jornalistas, como a proposta está sendo chamada, será encaminhada para a Comissão de Constituição e Justiça. Caso seja aprovada, ela volta para o Plenário para votação em dois turnos.
"A minha intenção não é a de confrontar o STF, mas sim a de buscar uma solução de consenso, que valorize o jornalismo profissional", defende Valadares, fazendo referência à decisão do Supremo Tribunal Federal, que derrubou a exigência da formação superior para o exercício do Jornalismo.
A PEC acrescenta o artigo 220-A à Constituição, tornando o exercício da profissão de jornalista privativo do portador de diploma de curso superior em Comunicação Social, com habilitação em jornalismo.
A proposta abre duas exceções para a atividade jornalística sem a graduação na área. O colaborador, que, "sem relação de emprego, produz trabalho de natureza técnica, científica ou cultural"; e o jornalista provisionado, que já possui registro profissional regular.

FONTE: SJSP